segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Quero aqui salientar que não necessariamente as suas convicções estão certas ou erradas, é apenas uma questão de vibração, de sintonia ou de afinidade fluídica para seguir o caminho que o seu coração sente mais à vontade para chegar ao objetivo final, que é o Amor.

“Há muitas moradas na casa do meu Pai”. Quais são essas moradas? Quais são essas casas?
A casa do Pai é o Universo que nos agasalha e somos infinitamente pertencentes a essa casa. As moradas são os muitos planetas e sóis, que fazem parte da imensidão que nos acolhe.
A Fonte de onde originamos podemos chamar de Amor. Muito difícil explicar o que é o Amor, quando nos referimos a Fonte. É algo tão grandioso, que transcende os nossos sentidos. Imaginem todos os nobres sentimentos e multiplica-os por centilhões e centilhões de vezes, depois por googol de vezes e, mesmo assim, ainda não chegaremos na Fonte que é o Amor.
Quando os espíritos no dizem que não temos condições de entender a essência Divina, é porque escapa a nossa compressão. É o máximo de felicidade, que ainda ninguém da Terra pode alcançar. É a vastidão de tudo que é bom, belo e perfeito.
Quando pedimos para vocês que tenham fé, tenham a certeza que ainda são crianças para entender tantas características que permeiam pelo Universo á fora. Apenas tenham fé. Não se preocupem com aquilo que vocês acham que é certo ou errado. Sabemos que para muitos, falar em fé-cega é difícil, mas neste sentido, vamos nos reportar a um tempo onde o iluminismo, o positivismo e a ciência fria se distanciavam de Deus. O discurso tinha que ser forte para reatar estes laços, pois, na época, essa era a única maneira da ciência encontrar-se com a religião: dentro da vertente de fé raciocinada.
 A doutrina é evolucionista assim como a Terra. Ela está em movimento, não estática.
 Hoje temos a física quântica que nos dá outra dimensão de fé. Por isto, neste momento, em que as consciências estão mais abertas, pedimos que apenas abracem a energia que emana e lhe faz bem. Siga sem questionar, saltamos da Era da intelectualidade para a Era dos sentimentos. Estamos na Era dos sentimentos.
                Se aquilo que se apresenta a você não lhe fizer bem e, o seu coração bater de maneira diferente, siga outra vertente. Estejam certos de que o que hoje vocês veem como verdade, muitas pessoas também observam com a convicção da incredulidade e têm a absoluta certeza de que quem estão errados são vocês.
Quero aqui salientar que não necessariamente as suas convicções estão certas ou erradas, é apenas uma questão de vibração, de sintonia ou de afinidade fluídica para seguir o caminho que o seu coração sente mais à vontade para chegar ao objetivo final, que é o Amor.
Portanto, diante desta vastidão universal, não cabem julgamentos.
Sigam os passos do seu coração sem indagar as verdades do outro, pois elas também são verdades. A mesma medida que, se o outro julga as suas verdades, você certamente sente um desconforto com tais julgamentos.
   Ainda não tens a capacidade de abstrair O QUE É.
               Diante de tudo, siga em frente, fazendo a sua parte dentro daquilo que o seu coração sentir, na leveza e a suavidade de alegrar-se sem motivos aparentes. Porque aquilo que aparenta, muitas vezes não é.    
   
 Turya                  

domingo, 12 de agosto de 2018

Sigam os passos do seu coração sem indagar as verdades do outro, pois elas também são verdades. A mesma medida que, se o outro julga as suas verdades, você certamente sente um desconforto com tais julgamentos.










QUERO AQUI SALIENTAR QUE NÃO NECESSARIAMENTE AS SUAS CONVICÇÕES ESTÃO CERTAS OU ERRADAS, É APENAS UMA QUESTÃO DE VIBRAÇÃO, DE SINTONIA OU DE AFINIDADE FLUÍDICA PARA SEGUIR O CAMINHO QUE O CORAÇÃO SE SENTE MAIS A VONTADE PARA CHEGAR AO OBJETIVO FINAL, QUE É O AMOR.




“Há muitas moradas na casa do meu Pai”. Quais são essas moradas? Quais são essas casas?
A casa do Pai é o Universo que nos agasalha e somos infinitamente pertencentes a essa casa. As moradas são os muitos planetas e sóis, que fazem parte da imensidão que nos acolhe.
A Fonte de onde originamos podemos chamar de Amor. Muito difícil explicar o que é o Amor, quando nos referimos a Fonte. É algo tão grandioso, que transcende os nossos sentidos. Imaginem todos os nobres sentimentos e multiplica-os por centilhões e centilhões de vezes, depois por googol de vezes e, mesmo assim, ainda não chegaremos na Fonte que é o Amor.
Quando os espíritos no dizem que não temos condições de entender a essência Divina, é porque escapa a nossa compressão. É o máximo de felicidade, que ainda ninguém da Terra pode alcançar. É a vastidão de tudo que é bom, belo e perfeito.
Quando pedimos para vocês que tenham fé, tenham a certeza que ainda são crianças para entender tantas características que permeiam pelo Universo á fora. Apenas tenham fé. Não se preocupem com aquilo que vocês acham que é certo ou errado. Sabemos que para muitos, falar em fé-cega é difícil, mas neste sentido, vamos nos reportar a um tempo onde o iluminismo, o positivismo e a ciência fria se distanciavam de Deus. O discurso tinha que ser forte para reatar estes laços, pois, na época, essa era a única maneira da ciência encontrar-se com a religião: dentro da vertente de fé raciocinada.
 A doutrina é evolucionista assim como a Terra. Ela está em movimento, não estática.
 Hoje temos a física quântica que nos dá outra dimensão de fé. Por isto, neste momento, em que as consciências estão mais abertas, pedimos que apenas abracem a energia que emana e lhe faz bem. Siga sem questionar, saltamos da Era da intelectualidade para a Era dos sentimentos. Estamos na Era dos sentimentos.
                Se aquilo que se apresenta a você não lhe fizer bem e, o seu coração bater de maneira diferente, siga outra vertente. Estejam certos de que o que hoje vocês veem como verdade, muitas pessoas também observam com a convicção da incredulidade e têm a absoluta certeza de que quem estão errados são vocês.
Quero aqui salientar que não necessariamente as suas convicções estão certas ou erradas, é apenas uma questão de vibração, de sintonia ou de afinidade fluídica para seguir o caminho que o seu coração sente mais à vontade para chegar ao objetivo final, que é o Amor.
Portanto, diante desta vastidão universal, não cabem julgamentos.
Sigam os passos do seu coração sem indagar as verdades do outro, pois elas também são verdades. A mesma medida que, se o outro julga as suas verdades, você certamente sente um desconforto com tais julgamentos.
   Ainda não tens a capacidade de abstrair O QUE É.
               Diante de tudo, siga em frente, fazendo a sua parte dentro daquilo que o seu coração sentir, na leveza e a suavidade de alegrar-se sem motivos aparentes. Porque aquilo que aparenta, muitas vezes não é.    
   
 Turya